domingo, 24 de outubro de 2010

sozinha (o) ou acompanhada (o), faça uma festa, faça um bolo

mais uma receita de bolo que não leva farinha de trigo.

e quando não há comemoração que transforme um bolo em festa, a gente fica sem ele??? claro que não!!!
pensar nele, conferir ingredientes, imaginá-lo pronto, salivar só de lembrar, já são motivos suficientes pra festejar a saída triunfal de um bolo, de dentro do forno.
ele nem precisa começar por aquele creme do açúcar batido, agregado às gemas e à manteiga, tudo recebendo a pureza da farinha, integral ou não, e por fim as claras em neve, e o fermento. todo mundo junto, batido no liquidificador, é uma iniciativa rápida e eficiente. basta que seja realizada com dedicação e disposição. ter vontade de fazer um bolo, já é razão de sobra pra uma enorme festa.
os sabores, os cheiros, a lambança, o prazer, são como convidados chegando, caso você esteja sozinha (o).
e, se na hora de servir, ele estiver lambuzado por algum creme, sorvete ou rodeado por pedacinhos de frutas frescas e/ou secas??? aí sim!!! é o momento de infinito encantamento.

o bolo, diz a lenda, tem origem entre os deuses da grécia antiga, como homenagem a artemis, deusa da caça na mitologia grega. nos bolos feitos em sua homenagem eram colocadas velas como representação do luar.
por outro lado, dizem que o bolo foi criado no egito antigo e os romanos e gregos lhe deram uma feição de festa que foi determinada no renascimento.

quando chegou à alemanha - idade média - os campesinos festejavam o aniversário das crianças, ao raiar do dia, levando à cama dos filhos bolos com velinhas acesas para que eles apagassem ao acordar. isso não significa dizer que o número de velas correspondia ao número de anos do aniversariante. o bolo tinha, sempre, uma velinha a mais, como representação de continuidade da vida.

seu formato, tamanho, foram ganhando significado no decorrer do tempo.
reis e rainhas foram as cobaias que ajudaram a sacramentar a existência do bolo como objeto fundamental das festas, mormente, dos casamentos.
seja como for, de lá pra cá, ele impera como o d'us das comemorações, homenagens ou, simplesmente, para festejar qualquer momento que cada um de nós determine como merecedor de um bolo, em qualquer canto deste planeta.
no lar, todo mês, no dia 19, ao voltar da escola, o meu porrinha era recebido com um bolo de mesaniversário: chocolate coberto com brigadeiro mole, salpicado com confeitos. simples assim!!!

para a receita de agora, antes de qualquer providência, acenda o forno à temperatura média - cada forno é um forno. o meu, eu aqueço a 180 graus.
unte uma assadeira - redonda ou quadrada - pequena. caso seja grande, dobre a receita



a massa é batida no liquidificador
6 ovos
8 colheres de sopa de açúcar mascavo ou refinado
6 colheres de sopa de chocolate em pó - caso utilize nescau, diminua a quantidade do açúcar refinado. o mascavo, menos doce, pode manter a mesma quantidade
100g de margarina - 1 tablete forno e fogão
100g de coco ralado
1 colher de sopa de fermento químico

leve ao forno - pré-aquecido - por 30/40'.

faça uma cobertura/recheio
1 lata de creme de leite, sem o soro - preferencialmente, nestlé
6 colheres de sopa de chocolate em pó ou nescau
5 colheres de sopa de açúcar - reduza pra metade, a quantidade, caso utilize nescau
1 colher de sopa de margarina/manteiga

tudo junto na panela vai pro fogo, até ferver e alcançar o ponto de mingau. é rápido!!!
cubra o bolo ainda quente e na forma.
enquanto quente, fica uma delícia acompanhado de sorvete!
ou, espere esfriar, retire da forma, divida em duas partes, recheie e/ou cubra.

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